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2 - 200 Anos da Chegada da Familia Real Portuguesa ao Brasil: 200 Anos da Abertura dos Portos às Nações Amigas/200 Anos de Comércio Exterior/200 Anos do Banco do Brasil

Sobre os selos

Abertura dos Portos

Na área de grafismo, ao fundo, destaca-se um barco antigo se aproximando do porto. Em primeiro plano, outro barco com as velas ao vento, identificado com a bandeira nacional, pronto para zarpar rumo a outras Nações, simboliza o desenvolvimento econômico decorrente da Abertura dos Portos às Nações Amigas. Foi utilizada a técnica de computação gráfica com filtrode aquarela

Comércio Exterior

Na composição do grafismo, no globo terrestre destaca-se, em primeiro plano, o mapa do Brasil. O barco à vela, ao fundo, e o navio, na parte inferior direita do globo, simbolizam os 200 anos de comércio exterior, bem como os aviões, cruzando o globo, representam o desenvolvimento e a rapidez nas transações comerciais para o exterior, por meio da tecnologia de ponta. Foi utilizada a técnica de computação gráfica.

Banco do Brasil

A imagem do selo divulga o símbolo comemorativo dos 200 anos do Banco do Brasil, criado para transmitir os valores da política de sustentabilidade adotada pela Instituição, como tema e inspiração para todas as ações. Na sua composição, o conjunto de elementos e de cores reportam à nacionalidade brasileira e ao espirito festivo da comemoração da data. Foi utilizada a técnica de computação gráfica. (Textos do edital)

Abertura dos Portos às Nações Amigas, Comércio Exterior, Banco do Brasil

Nesta emissão os Correios lançam três selos divulgando importantes ações advindas da chegada da Família Real ao Brasil, que incitaram o desenvolvimento da colônia, na época, e nortearam o crescimento do País, impulsionado por fortes traços culturais, políticos, econômicos, administrativos e históricos da Coroa portuguesa.

200 Anos da Abertura dos Portos às Nações Amigas

Na historiografia brasileira, uma das datas mais emblemáticas é o dia 28 de janeiro de 1808, quando D. João VI, recém-chegado ao Brasil, permitiu a abertura dos portos brasileiros às "nações amigas", em documento que entrou para a História como a Carta de Abertura dos Portos. Era o fim do periodo colonial brasileiro e o começo de um novo e promissor momento para o País.

Em Portugal, na época com cerca de 200 mil habitantes, D.João VI, usando toda habilidade diplomática para excluir seu reino de conturbadas relações com a França, Espanha e a Inglaterra, conseguiu mantê-Io incólume por quase 15 anos. Em 29 de novembro de 1807, sem opções e em meio a muitos transtornos, D. João VI embarcou na "Príncipe Real", nau equipada com 90 canhões e tripulação de quase 900 homens, rumo ao Brasil.

Com ele, partiram cerca de 15 mil pessoas, dispersas em 36 embarcações, protegidas por uma esquadra inglesa fortemente armada. Foram 53 dias de viagem do Restelo até Salvador, onde D. João VI desembarcou com parte da Corte. Menos de uma semana depois da sua chegada a Salvador, D. João VI, em carta dirigida ao governador da Bahia, o Conde da Ponte, e ao seu conselheiro, no dia 28 de janeiro de 1808, anunciou para o mundo a abertura dos portos do Brasil.

Essa medida, ainda que motivada pela necessidade da própria Corte de assegurar sua sobrevivência, gerou, de fato, o fim do monopólio comercial, base das relações econômicas entre Metrópole e Colônia, assegurando, há dois séculos, o que ainda hoje é notório: a importância dos portos para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Rodolfo Espinola Assessor de Imprensa da Secretaria Especial de Portos e Jorge Antônio Fernandes da Rocha Pitta Assessor do Secretário-Adjunto da Secretaria Especial de Portos.

200 Anos de Comércio Exterior

A assinatura da Carta Régia da Abertura dos Portos, em 28 de janeiro de 1808, é considerada o marco da autonomia do comércio exterior brasileiro.

A chegada da Corte portuguesa ao Brasil e a abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional estimularam o processo de emancipação politica e econômica do País. Além de permitir uma maior interação comercial com o resto do mundo, esse acontecimento tornou a então colônia mais acessível ás transformações trazidas pelas novas tendências politicas liberais européias, que pregavam a redução da interferência do Estado na economia e defendiam a liberdade comercíal e a livre concorrência, em oposição ao exclusivismo colonial.

Nessa época foi consolidada a cultura agrícola do café, que se tornou o principal produto de exportação brasileiro, até meados da década de 60 do século seguinte.

Durante a maior parte dos séculos XIX e XX, o comércio exterior brasileiro baseou-se na exportação, em larga escala, de açúcar, café, borracha (1900-1910) e algodão e na importação de bens industrializados e petróleo. Apenas a partir de meados da década de 60 do século passado, dada a escassez de divisas, o governo brasileiro decidiu incentivar a exportação de produtos com maior valor agregado, concorrendo para a participação cada vez mais expressiva de produtos manufaturados nas exportações brasileiras.

Graças ao intenso processo de industrialização íniciado nos anos 50, o comércio exterior passou a ser visto como um mecanismo vital para o desenvolvimento brasileiro. O País ampliou suas exportações de manufaturados, enquanto continuava a vender café, soja, milho e minério de ferro.

Na modalidade importação, a maior transformação ocorreu a partir de 1990, quando foi implementada ampla abertura comercial, baseada em programa de redução de tarifas, que se refletiu rapidamente no aumento do volume de importações.

No plano regional, em 26 de março de 1991, foi celebrado o Tratado de Assunção, entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, para a constituição de um Mercado Comum do Sul, o Mercosul, que previa a harmonização de politicas comerciais.

Em 2006, o comércio exterior brasileiro apresentava números recordes com as exportações. Como resultado, o saldo da balança comercial atingia o maior superávit da história do comércio exterior brasileiro. A evolução recente da pauta de exportações tem se caracterizado pela ampliação e diversificação de produtos e de países parceiros.

É com essa disposição que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior vem celebrar os 200 anos de comércio exterior brasileiro

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

200 Anos ddo Banco do Brasil

Fundado em 12 de outubro de 1808, antes mesmo do Brasil independente, o Banco do Brasil - BB conta, hoje, com mais de 25 milhões de clientes, 79 mil funcionários e mais de 15 mil pontos de atendimento em todo o território nacional e em 22 paises. Seu pioneirismo e sua liderança fazem do BB o maior banco da América Latina, com forte presença em todos os momentos decisivos do nosso Pais.

No período monárquico do Brasil independente, por exemplo, foi o principal parceiro no custeio de escolas e hospitais. Depois, destacou-se como indutor do fomento econômico ao destinar as primeiras linhas de crédito para a agricultura, especialmente para o café.

Com o advento da República, atuou de maneira relevante no equilibrio dos impactos financeiros causados pelo fim da monarquia. Em meados do século XX, criou uma das mais importantes ferramentas de atuação econômica: a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. Naquela ocasião, também lançou Letras Hipotecárias, cujo objetivo era reduzir o grande endividamento da agricultura brasileira.

Para incrementar sua atuação como agente de transformação social, o Banco do Brasil criou, em 1985, a Fundação Banco do Brasil, que desenvolve importante trabalho de assistência a comunidades urbanas e rurais. Foi também por meio do programa BB Educar que mais de 140 mil adultos foram alfabetizados.

O Banco do Brasil entende que apoiar a cultura e o esporte é colocar em prática a cidadania. Democratiza o acesso à cultura por meio dos Centros Culturais (CCBB) e do Circuito Cultural Banco do Brasil. No apoio ao esporte, gera empregos temporários, atende crianças, arrecada alimentos e beneficia centenas de atletas brasileiros. É parceiro das seleções brasileiras de vôlei, desde 1991, e realiza o Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia. Além disso, investe no iatismo e na seleção brasileira de futebol de salão.

Em 1992, com a assinatura da Agenda 21 Internacional, o Banco do Brasil assume o compromisso de crescer de forma sustentável, e reafirma esse compromisso em 2007, como a primeira empresa brasileira a desenvolver a sua própria Agenda 21.

O Banco do Brasil sempre esteve na vanguarda do desenvolvimento do País. Participa diretamente dos principais acontecimentos da vida socioeconômica do Brasil, colaborando para a preservação do meio ambiente, e incentiva práticas de desenvolvimento sustentável a fim de ajudar a a construir um futuro melhor para o nosso País e para o planeta.

Jussara Silveira de Andrade Guedes Diretora de Marketing e Comunicação Banco do Brasil

Detalhes Técnicos

Edital nº 2

Arte: Banco do Brasil: Criação Banco do Brasil; Abertura dos Portos e Comércio Exterior: Mário Alves de Brito. Processo de Impressão: Ofset Folha: Banco do Brasil: 30 Selos; Comércio Exterior e Abertura dos Portos: 30 Selos, sendo 15 de cada motivo. Papel: Cuchê gomado. Valor facial: 1° Porte Carta Comercial Tiragem: Banco do Brasil: 1.020.000 selos; Comércio Exterior: 300.000 selos; Abertura dos Portos: 300.000 selos. Área de desenho: 35mm x 25mm Dimensões do selo: 40mm x 30mm Picotagem: 11,5x 12 Data de emissão: 28/1/2008 Locais de lançamento: Salvador/BA e Brasilia/DF. Impressão: Casa da Moeda do Brasil (Texto do Edital)

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Foram montadas algumas peças filatélicas, com base nos selos e no envelope (FDC) emitido para os selos da emissão 1, por se tratar de tema correlato.

Como o envelope só foi disponibilizada na Agência Filatélica de Curitiba algum tempo depois da data de lançamento, também foram utilizados envelopes comuns para preparo de correspondência circulada com data do dia de emissão (carimbo de postagem) e incluindo a aposição do carimbo comemorativo do 1º dia de circulação.

Próxima Série: Clique no título.

2 - Série América - Tambor de Crioula

Desenvolvimento: João Alberto Correia da Silva